Pres. R. Sáens Peña - San Salvador de Jujuy = 684km - Acumulado: 2.745km
Tomamos o café da manhã do hotel: Sprite com Croissant e um café com leite cruel. Saindo da cidade pegamos uma reta de 536km, com a paisagem única dos pampas (Tudo plano até onde a vista alcança e de vez em quando umas vacas tranqüilas aqui e ali). A cada 44km tinha desvios na estrada com projetos de cidadezinhas em cada um. O Botti dirigindo querendo se matar de monotonia matou uns dois pássaros e milhões de mosquitos que até agora tão esmagados na frente do carro e quase não dá pra ver a placa.
Almoçamos em Joaquim V. Gonzáles, num restaurantezinho na praça central da pequena cidade. Prato principal: bifes com fritas e salada. Bom. Depois seguimos pela interminável reta e, como conseguimos adiantar a viagem com o botti batendo o recorde de velocidade da história do carro (181km/h), mudamos o roteiro e fomos para Salta, para passarmos pelo “Camiño de las cornisas”. Acertamos na escolha de caminho e seguimos por essa estradazinha, com suas trilhas que mal dava para passar 02 carros simultaneamente, passando a centímetros de precipícios em cada curva. No final da estrada conhecemos o dique La Cienaga, na ciudad El Carmen, com sua represa que faz o formato de uma mão, e em seus dedos vê-se desde casinhas de sapê até um yatch club.
Finalmente chegamos a San Salvador de Jujuy, por volta das 18h, e nos instalamos no Hostelling International da cidade. Visitamos feiras de artesanato e conhecemos toda a cidadezinha em poucos minutos... nada muito interessante.
À noite Gus e Theo pegaram os intrumentos e começaram a tocar música brasileira de todos os tipos. Em pouco tempo todos do hostel estavam reunidos acompanhando o pequeno show com palmas e cantando junto. Depois de mais de duas horas de música brasileira para uma platéia que variava de argentinos a australianos (todos muito animados) comemos um belo de um asado porteño, digno de muitos elogios... Que morcillas! Um Fernet com coca para digerir e cama.
Almoçamos em Joaquim V. Gonzáles, num restaurantezinho na praça central da pequena cidade. Prato principal: bifes com fritas e salada. Bom. Depois seguimos pela interminável reta e, como conseguimos adiantar a viagem com o botti batendo o recorde de velocidade da história do carro (181km/h), mudamos o roteiro e fomos para Salta, para passarmos pelo “Camiño de las cornisas”. Acertamos na escolha de caminho e seguimos por essa estradazinha, com suas trilhas que mal dava para passar 02 carros simultaneamente, passando a centímetros de precipícios em cada curva. No final da estrada conhecemos o dique La Cienaga, na ciudad El Carmen, com sua represa que faz o formato de uma mão, e em seus dedos vê-se desde casinhas de sapê até um yatch club.
Finalmente chegamos a San Salvador de Jujuy, por volta das 18h, e nos instalamos no Hostelling International da cidade. Visitamos feiras de artesanato e conhecemos toda a cidadezinha em poucos minutos... nada muito interessante.
À noite Gus e Theo pegaram os intrumentos e começaram a tocar música brasileira de todos os tipos. Em pouco tempo todos do hostel estavam reunidos acompanhando o pequeno show com palmas e cantando junto. Depois de mais de duas horas de música brasileira para uma platéia que variava de argentinos a australianos (todos muito animados) comemos um belo de um asado porteño, digno de muitos elogios... Que morcillas! Um Fernet com coca para digerir e cama.

Um comentário:
Em Salta ou San Juan não deixem de provar as famosas empanadas salteñas, os tamales que parecem uma pamonha mas salgada e recheada de carne e as humitas, que são feitas de milho e podem ser doces e salgadas (são as melhores). Vinhos da bodega Callia são excelentes!
marisa
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