VISITAS EM PUERTO MONTT = 450km – Acumulado: 7.489km
Já planejando a viagem do próximo dia, descobrirmos que não havia mais nenhuma possibilidade de conseguirmos uma balsa para atravessarmos da Ilha de Chiloe para Chaiten (06hs de Balsa) ou para Puerto Aisen (26hs) ou mesmo de Honopirén-Chaiten (05hs). Tivemos que improvisar e dar uma boa mudada do nosso roteiro da viagem. Então agora, ao invés de descer pelo chile e atravessar o Golfo Corcovado de balsa para voltar ao continente da ilha de Chiloe vamos subir um pouco pela região dos parques nacionales (onde há vulcões e lagos increíbles) e ir até Bariloche/Argentina, e retornaremos ao Chile por Frutaleutú.
Então o dia de hoje usamos para conhecer a ilha de Chiloe. Pegamos o transbordador (balsa) em Pargua para Chacao, primeira cidade da ilha, e de lá fomos para Ancud, onde almoçamos muito bem no Café Restoran “La Pincoya”, especializado em frutos do mar. Almoço muito bom com direito a pratos pegando fogo, montanhas de mariscos e sopinhas estranhas.
Após o almoço, visitarmos o mercado local de artesanías (mesma coisa que todos os outros até então) e o Fuerte San Antonio, construído en piedra, em 1770. Como já dizia Manoel, el sábio, “Fuemos” em direção a Castro, capital da ilha, quando tomamos a decisão errada de ir por estradas de ripio e conhecer a costa e as pequenas cidades. A estrada passava longe do mar e só acabamos conhecemos Tenaún, um vilarejo bem pequeno com uma igrejinha legal. A vista do continente era bem legal.
Passamos por Castro e fomos ver o por do Sol em Cacao, do outra lado da ilha, na costa do Pacífico. Entramos em uma reserva florestal no início do Parque Nacional de Chiloe. Foi fácil o lugar mais bonito da viagem até então. O caminho todo fomos beirando um lago incrível rodeado de montanhas de mata fechada. O tempo tava perfeito, mas uns 5km antes de chegar no mar vimos o tempo fechar completamente. Não era chuva, mas uma neblina baixa que chegava do pacífico e cobria tudo. Chegando em Cacao fizemos uma trilha legal que dava no mar, porém não se via nada devido ao tempo. O Manoel, el viejo, ficou com câimbra nos primeiros passos e quando voltou ao carro já tava mancando. É, nessas horas ter meio século de vida pesa, hehe.
Já planejando a viagem do próximo dia, descobrirmos que não havia mais nenhuma possibilidade de conseguirmos uma balsa para atravessarmos da Ilha de Chiloe para Chaiten (06hs de Balsa) ou para Puerto Aisen (26hs) ou mesmo de Honopirén-Chaiten (05hs). Tivemos que improvisar e dar uma boa mudada do nosso roteiro da viagem. Então agora, ao invés de descer pelo chile e atravessar o Golfo Corcovado de balsa para voltar ao continente da ilha de Chiloe vamos subir um pouco pela região dos parques nacionales (onde há vulcões e lagos increíbles) e ir até Bariloche/Argentina, e retornaremos ao Chile por Frutaleutú.
Então o dia de hoje usamos para conhecer a ilha de Chiloe. Pegamos o transbordador (balsa) em Pargua para Chacao, primeira cidade da ilha, e de lá fomos para Ancud, onde almoçamos muito bem no Café Restoran “La Pincoya”, especializado em frutos do mar. Almoço muito bom com direito a pratos pegando fogo, montanhas de mariscos e sopinhas estranhas.
Após o almoço, visitarmos o mercado local de artesanías (mesma coisa que todos os outros até então) e o Fuerte San Antonio, construído en piedra, em 1770. Como já dizia Manoel, el sábio, “Fuemos” em direção a Castro, capital da ilha, quando tomamos a decisão errada de ir por estradas de ripio e conhecer a costa e as pequenas cidades. A estrada passava longe do mar e só acabamos conhecemos Tenaún, um vilarejo bem pequeno com uma igrejinha legal. A vista do continente era bem legal.
Passamos por Castro e fomos ver o por do Sol em Cacao, do outra lado da ilha, na costa do Pacífico. Entramos em uma reserva florestal no início do Parque Nacional de Chiloe. Foi fácil o lugar mais bonito da viagem até então. O caminho todo fomos beirando um lago incrível rodeado de montanhas de mata fechada. O tempo tava perfeito, mas uns 5km antes de chegar no mar vimos o tempo fechar completamente. Não era chuva, mas uma neblina baixa que chegava do pacífico e cobria tudo. Chegando em Cacao fizemos uma trilha legal que dava no mar, porém não se via nada devido ao tempo. O Manoel, el viejo, ficou com câimbra nos primeiros passos e quando voltou ao carro já tava mancando. É, nessas horas ter meio século de vida pesa, hehe.
Voltamos rápido e conseguimos pegar um pôr do sol maravilhoso num ancoradouro abandonado na cidade de Hullinoco, da ponta do lago com o mesmo nome da cidade. Voltando, já escuro, pegamos a balsa às 23h10h, retornamos ao hotel, e capotamos. Foi um dia longo.
Transbordador - Ilha de Chiloe
Parrillada de mariscos - "La Pincoya" - Ancud
Um comentário:
Gus,
Como um bom filho, deveria ter carregado o papai no colo, já que ele estava com cãimbras.
Pra que serve tanta musculação...
Beijocas
Regina
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